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anos 80 - uma sátira saudável (?)

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Estava eu este domingo de manhã (pensava eu que ainda era de manhã) a fazer um zapping pela TV quando reparo num programa de putos para putos na RTP 2. O programa é o Kulto, autêntico lixo televisivo para as camadas mais velhas, mas ao qual os jovem devem achar piada. Mas o que me chamou à atenção foi a sátira saudável (?) que fizeram sobre os anos 80. Basicamente, dizem mal dos anos 80, mas sabe sempre bem rever imagens da cultura e de toda uma história, a história dos anos 80. Eles dizem mal, especialmente da moda e da música, mas só quem lá viveu é que pode dizer que, realmente, aqueles foram os melhores anos. Deixo aqui o vídeo do programa. Vejam-no como uma compilação a jeito de almanaque dos anos 80 :)



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Estamos velhos?

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Já não é a primeira vez que recebo este email, mas agora voltei a recebê-lo da mão de uma amiga e não resisto de o colocar aqui... Se quiserem outro texto deste género, podem clicar aqui :)

Estamos Velhos?

Então lê isto... Se não... lê na mesma.... Esta merece!!!!! Deliciem-se...

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 50, 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.

Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos
de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.

Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos PlayStation, X Box.

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.

Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.

Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!

Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos.

Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.

Criávamos jogos com paus e bolas.

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.

Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!


Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".

Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986. Chamam-se jovens.

Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.

Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.

A SIDA sempre existiu.

Os CD's sempre existiram.

O Michael Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.

Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.

Não conseguem imaginar a vida sem computadores.

Não acreditam que houve televisão a preto e branco.


Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:

1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.


SIM !!! ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.

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the 80s are alive: Música & Letra

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Alex Fletcher (Hugh Grant) é uma antiga estrela pop dos anos 80, reduzido a ter de trabalhar à custa da nostalgia de alguns, em parques de diversões e feiras. O Carismático e talentoso músico tem uma hipótese de regressar À fama quando a diva da pop actual, Cora Corman o convida a escrever e gravar um dueto com ela. Mas há um problema - Alex não compõe há anos, nunca escreveu letras de canções... e tem pouquíssimos dias para fazer ambas.Surge então Sophie Fisher (Drew Barrymore), a rapariga que toma conta das plantas da casa de Alex. A habilidade de Sophie com as palavras parecem a última esperança do compositor desesperado. Tendo acabado uma relação com o escritor Sloan Cates (Campbell Scott), Sophie está relutante em ajudar quem quer que seja, especialmente alguém tão instável como Alex. No entanto, à medida que a química entre os dois começa a surgir, eles terão de enfrentar os seus receios - e compor uma canção - se quiserem triunfar e obter o amor e o sucesso que ambos merecem.O filme conta ainda com a participação de Brad garrett no papel do fiel agente de Alex, Chris Riley e Kristen Johnston no papel de Rhonda, irmã de Sophie e uma das maiores fãs de Alex. A estreante Haley Bennet desempenha o papel da jovem princesa da pop, Cora Corman.

ver trailer

E aí está mais um produto a aproveitar a onda de revivalismo dos anos 80. Com este são dois os filmes sobre os anos 80 que estão em cartaz. O outro é o documentário sobre a banda portuguesa Heróis do Mar. É a prova de que os anos 80 estão bem vivos! :) Este filme parece ser um filme pipoca, mas pronto, as pipocas têm sabor aos anos 80 e só por isso penso que vale a pena ver... Nem que seja só pela banda sonora que acompanha o trailer :) Ah, e claro, não deixem de visitar a página dedicada aos anos 80 no site do filme, aqui.

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os 80:ies fizeram-me bem

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Já não é a primeira vez que me chegam às mãos textos de alguém a falar da nossa infância nos anos 80. Ficam aqui dois textos sobre a nossa infância:

CRÓNICA DE HOJE – Outros tempos

A malta andava de bicicleta na rua, sem capacete nem cotoveleiras e sempre a fundo. Bebíamos água directamente da mangueira e não duma garrafa esterilizada. Andávamos porque gostávamos e as pneumonias não contavam para o “totobola”. O Vicks Vaporub fazia milagres e a urgência do hospital era só para os outros.
A malta abalava de manhã, brincava o dia inteiro e o toque a recolher só acontecia quando se acendiam as luzes da rua. Por causa das miúdas, trocávamos uns sopapos valentes e medíamos forças nas jogatanas no meio da rua. Tudo terminava com um grande abraço e um sorriso. E recomeçava dali a pouco porque o Gastão era um abusador...
Bolos, batatas fritas e refrigerantes constituíam a dieta... sem consequências, pois o consumo de energia era elevado. Gordura? Nem vê–la! Os dias, mesmo com escola, tinham ar livre q.b; dava para correr, saltar e deitados na erva, depois de uma jogatana intensa, olhar o céu.
A Playstation os Nintendos eram miragens e os canais do cabo uma coisa do outro mundo. Talvez da... América. Telemóveis, e–mails, multimédia ou Internet eram produtos da ficção cientifica. A malta via e... duvidava. Jogar ao prego e ao pião, provocava alguns dissabores por força das apostas. Quem perde paga, ou melhor come: gafanhotos, por exemplo. Gargalhada geral e histórias que ainda hoje se contam quando surge uma cara conhecida.
Os gelados da Olá ofereciam uns bonecos foleiros e as pastilhas elásticas eram conhecidas por “Piratas”. Nas ocasiões especiais, um “cristo” escolhido a dedo desviava um charuto caro ou uma mão cheia de cigarros. Era esfumaçar até às tantas, exibindo o crescimento (piu!) e uma tosse do caraças! Valia a pena o sacrifício, pois “elas” recompensavam a proeza com um beijo às escondidas com sabor a rebuçado. Na escola, os que ficavam de fora da equipa não entravam em depressão. Davam o litro e esfarrapavam para entrar na “seita”.
Quando um dos nós entrava em pânico com a matemática, os outros não pediam nada em troca pelo socorro em tempo real. O copianço salvava a pátria. Não existiam testes extra ou passagens na secretaria. Existiam mestres para tudo: craques nos balões com as pastilhas Pirata, bebedores de pirolitos, devoradores de oitos de canela... Sempre a rir amigos, criadores de ilusões, com liberdade para tudo. E sem medo das consequências. Crescemos assim. Sem apoio psicológico ou drogas.
Hoje, não há futebol na rua e o miúdo do andar de cima brinca sozinho. As meninas não saem à rua porque os pais têm medo, não há erva para esticar as pernas e ver o céu de papo para o ar. A gripe ataca que se farta, não há pastilhas Pirata, nem pirolitos, nem televisão a preto e branco. A rádio esqueceu a onda média e o computador comanda a vida. Resta o Vicks Vaporub, que, como se sabe, não é remédio para todos os males...

in http://www.asbeiras.pt

Recordações de infância de um trintão...

Olhando um pouco para trás na vida, nós trintões tivemos realmente muita sorte em termos sobrevivido à nossa infância... mas ainda bem!

Nós viajávamos, com a cabeça de fora de qualquer janela, em carros sem cintos de segurança, sem pré-tensores, air bags frontais e laterais, cadeirinhas especiais para bebés, barras laterais de segurança, computador de bordo e traction control... e era sempre a abrir, sem acidentes...
Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, venenos, pimenta, sal, portas, ou armários pontiagudos e sobrevivemos...
Andávamos de bicicleta na rua, sem capacete nem cotoveleiras e era sempre a abrir...
Pedíamos boleia, sempre a adultos que nos levavam onde queríamos e ainda nos davam um rebuçado e não pediam nada em troca...
Bebíamos água directamente da mangueira, do rio ou do lago e não duma garrafa esterilizada «N» vezes...
Andávamos à chuva sem nada para nos proteger, aos pulos de alegria porque era o máximo e não tinhamos pneumonia porque a nossa mãe nos dava Vicks Vaporub, em vez de gastarmos 6 horas na urgência de um qualquer hospital para "descobrirem" que estávamos constipados e nos receitar algo que dava viagens ao "descobridor"...
Gastámos horas a "speedar" nas nossas bicicletas e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões depois de colidir com algumas árvores, carros, muros e amigos que gostavam de nos ver e gritavam ao ver-nos a abrir... e alguns adultos que se via logo logo que nunca foram crianças...
Mas aprendemos a resolver o problema! Nós pensávamos e mudávamos o mundo apenas com a nossa vontade e acção...

Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua... imaginem tal coisa... sem pedir autorização aos pais ou aos avôs... tudo por nós mesmos, lá fora, no mundo cruel, impiedoso e selvagem!
Ninguém nos podia localizar: eramos reis e senhores absolutos do nosso destino... não havia telemóveis nem chips de localização por satélite!
Esmurramo-nos uns aos outros por causa das meninas e aprendemos a superar tudo isto com um grande abraço e um sorriso sincero na cara... e um «vamos começar outra vez como se nada tivesse acontecido»...
Comemos doces, bolos, batatas fritas e bebemos refrigerantes, mas não éramos gordos...
Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar e a saltar, deitados na relva depois do futebol e a olhar para o céu ou admirando o pôr do Sol...
Compartilhámos garrafas de refrigerante pela boca e ninguém morreu por causa disso...
Não tivemos Playstations, Nintendos, Tamagochis e toda a parafernália de jogos de vídeo, nem os 43 canais do cabo com som dolby surround, telemóveis UMTS, e-mails, computadores multimédia ou Internet e eramos mais felizes do que nas amanhãs que cantam...

Fizemos jogos com lenços, picas e piões, comemos minhocas e gafanhotos só por aposta e nunca nos caíram os olhos ou eles ficaram vivos na nossa barriga para sempre...
Masturbavamos-nos e nunca caíram os dentes e o padre sempre nos perdoava tal "pecado"...
Eramos gente simplesmente alegre ao fim de três garrafinhas de Martini e não mais do que isso...
Deliravamos com a música do anúncio da "Laranjina" e aprendemos a dançar em comboínho...
Fumávamos charutos roubados aos nossos pais ás escondidas e nunca ficámos viciados em coisas mais pesadas...
Davamos beijos às escondidas, menino a menina e vice-versa, meio a sério meio a brincar, e nunca mais nos esquecemos porque gostámos muito... sobretudo do primeiro...

Nos jogos da escola, nem toda a gente podia fazer parte da equipa e aprenderam a lidar com a decepção sem psiquiatras nem programas de recuperação, quotas imbecis e incentivos escolares, coisa que hoje todo o mundo não prescinde mesmo sabendo que só criam verdadeiros problemas...
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros e nós os deixávamos copiar tudo, sem pedir nada em troca na esperança de eles aprenderam e estudarem na próxima...
Não se inventavam testes extra, passagens na secretaria, mesmo sendo filhos de alguém conhecido...
Eramos nós os únicos responsáveis pelas nossas acções e arcavamos com todas as consequências... e que viessem elas! A vida era assim e nós nunca deixámos de a adorar, tal como ela é!

Imaginem! A nossa geração produziu alguns dos melhores fabricantes de riscos em papel, de mastigadores de chicletes Gorila e suas enormes bolas, de bebedores de pirolitos de um escudo, e que bons que eram... de sorrisos e amigos para sempre, de criadores de soluções simples e geniais... tivémos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, alegria e tristeza e aprendemos a lidar com tudo isso, sem culpar ninguém e assumindo desde logo e sem medos as nossas responsabilidades, e até rindo das nossas desgraças... que logo esquecíamos, porque partíamos para realizar outro sonho...
Como conseguimos fazer isto? Simplesmente porque queríamos!

Eu e tu somos crianças que cresceram desta forma... Parabéns, pá!
Por isso mesmo, lembra-te disto e explica-o à tua descendência... e explica-lhe que isto é a mais pura verdade, que tu e eu tivémos a sorte de nascer e crescer como crianças!"

Fernando Rocha (<- lol) Clix Humorix


in http://forum.cmportugal.com

Queria deixar aqui a sugestão para se vocês tiverem textos deste género, enviem-me para eu os colocar aqui :)

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